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quinta-feira, 11 de julho de 2013

10 dicas sobre casamentos para nerds

Leia como se fosse uma piada e depois pense a respeito...

Pode ser nerd, cdf ou coisa que o valha...
Concurseiros também são bem suspeitos...

É difícil casar estas figuras..

Mas com jeitinho vai...

Veja só!

1 - Não procure alguém igual a você. Os valores são diferentes. A criação dos dois é diferente. E nunca, pode acreditar, nunca o currículo dos dois vai ser exatamente o mesmo;
2 - Não tente competir. Competir é na Academia, nos Esportes, nos estudos. Se, por acaso, a sua opção seja por procurar o sexo feminino, lembre-se que as inteligências são DIFERENTES. Não vá pensando que é superior, pois você não é;
3 - Não acredite em intelectualidade, erudição onde ela não existe. Pode acreditar, ler revistas semanais não é indicativo de cultura, ir a cinemas alternativos já melhora um pouquinho. Mas com o tempo vocè pode acabar descobrindo que ela gosta mesmo é do Big Brother, não o de George Orwell mas o da televisão;
4 - Prefira uma conversa agradável e experiência de vida a glamour e pasteurização. Pode acreditar, um papo com a sua faxineira pode ser muito mais agradável e rico de experiências que com aquela loura falsa que você encontrou na boite;
5 - Pode dar um jeito de ir malhar. Mesmo que você consiga encontrar a mulher mais inteligente do mundo, e mesmo que ela negue, ela vai adorar apertar uns braços mais firmes e ser apertada por eles. Normalmente, até as mais "simples", intelectualmente, negam que gostam de um corpo mais forte. Mas lembre-se Darwin sempre fala mais alto que Platão ou Aristóteles;
6 - Não deixe de procurar motivação sexual. Nerds também amam. E com esforço, podem até reproduzir. Pode até ser que neném nasça de óculos, mas tudo bem! O importante é ser saudável;
7 - Lembre-se: O tempo passa! E se você, por acaso for tão inteligente assim, saberá que o relógio bate contra você. Melhor se aviar e tomar uma decisão logo do que deixar a velhice chegar sem ter vivido;
8 - Regra importante: Descubra com qual sexo você quer se casar. Não fique bravo. É isso mesmo!!! Respire fundo e repense sua vida.
9 - Procure ter certeza que sexo e relacionamento são importantes na sua vida. O percentual de pessoas assexuadas nesse mundo é muito maior que se pensa. E não será o fim do mundo se você for apenas mais um que não gosta, mesmo, do negócio. Ainda assim, pode cogitar de arranjar uma companheira para ajudar a pagar as contas e calar a boca do povo. O importante é ter saúde, principalmente mental;
10 - Lembre-se sempre: o importante é não se tornar uma pessoa triste. A depressão nem sempre é reconhecida por quem a tem. Deixe as coisas acontecerem e seja feliz!!! 

É brincadeira... Mas é sério!!! Abração!!!



quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Por que japonês trabalha o tempo todo?

O que disseram as grandes mentes?

Platão: porque somente através do trabalho diuturno se alcançaria o bem.
Aristóteles: é da natureza dos japoneses trabalhar o tempo todo.
Maquiavel: a quem importa o porquê? Estabelecido o fim de trabalhar o tempo todo, sem parar, é irrelevante discutir quem é que trabalha o tempo todo;
Marx: o atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe social de cidadãos de olhos fechados, capazes de trabalhar dia e noite.
Einstein: se o japonês trabalha tanto ou se muito trabalho é feito pelo japonês é irrelevante, depende do ponto de vista. Tudo é relativo.
Darwin: ao longo de séculos e mais séculos, os japoneses têm sido selecionados naturalmente, de modo que, agora, todos têm uma predisposição genética a trabalhar tanto.
Blaise Pascal: quem sabe? O coração do japonês tem razões que a própria razão desconhece.
Sartre: trata-se de mera fatalidade. A existência do japonês tem sua liberdade de trabalhar incessantemente.
Nietzsche: ele deseja superar a sua condição de humano, para ser um homem além do homem;
Richard Dawkins: na verdade são os genes para trabalhar tanto que estão de fato trabalhando tanto. O japonês é apenas uma forma que os genes encontraram para realizar todas essas tarefas.
Pavlov: porque antes tocava-se uma sineta e pelo alimento, que era associado ao som da sineta, o japonês trabalhava sem parar. Agora, após vários séculos de sineta e comida juntos, basta tocar a sineta que, mesmo sem estar em jogo o alimento, ele continua trabalhando indefinidamente;
Clarice Lispector: a essência do japonês está no seu trabalho. O trabalho tem o japonês. Quem vê o trabalho, vê o japonês. A essência do trabalho é o ralar, o não ficar parado, objetiva e indefinidamente. As tarefas são a essência da ocupação. Quem vê as tarefas, vê o japonês.
Estóicos: o japonês trabalha tanto pois é necessário. É o destino. Já estava previsto pela ordem universal do cosmos.
Epicuristas: é prazeroso ao japonês trabalhar tanto. O que você acha, amigo? Será que ele se preocupa com sua subsistência? Quando é que ele para de trabalhar e pensa na vida?
Filósofos da escola de Frankfurt:
trata-se de uma questão medíocre imposta pelos mentores de uma arte de massas que transformou a imagem de um japonês trabalhando sem parar em mais um produto da indústria cultural.
Martin Luther King: Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os japoneses serão livres para trabalharem, trabalharem e trabalharem até morrer sem que sejam questionados pelos seus motivos.
Schopenhauer: no ato de trabalhar, ele está fugindo de si mesmo numa tentativa de aliviar o tédio e sofrimento que é estar vivo neste mundo sem sentido.
Newton: 1) Japoneses em repouso tendem a ficar em repouso por pouco tempo; japoneses em movimento tendem a trabalhar sem parar 2) por causa da atração gravitacional exercida pelos outros japoneses que já trabalham o tempo todo.
Freud: a preocupação que faz o japonês trabalhar tanto é um sintoma de insegurança sexual devido à suposição que seja desfavorecido geneticamente;
Agnósticos: é impossível saber se o japonês realmente trabalha tanto. A incerteza há de pairar eternamente sobre esta questão.
Céticos: dizem que eles trabalham muito,  mas será que é verdade? Precisamos investigar tal questão detidamente antes de fazer qualquer declaração a respeito.
Ateus: os japoneses não trabalham tanto pois não existem, isso é uma crendice estúpida.
Deterministas: o japonês não teve escolha. Aliás, nunca terá escolha, o livre-arbítrio não existe.
Surfista: Eles trabalham muito, cara?... que demais... oh povo manêro...
Fazendeiro: por causa de que arguém que mandô es trabaiá tanto... Eita!!!
Feministas: para humilhar as japonesas, num gesto exibicionista, tipicamente machista, tentando, além disso, convencê-las de que, enquanto japonesa, jamais terá a habilidade suficiente para trabalhar isso tudo...

Lista dos links -  blogs de José Adauto Resende
http://humorquinquilharia.blogspot.com.br/
http://joseresendeadauto.blogspot.com.br/
http://topicosparaagestao.blogspot.com.br/
http://noreligionthanksgod.blogspot.com.br/
http://cartinhasparaamanda.blogspot.com.br/