A respeito do ogro ciumento que morre de ciúmes da princesa...
Sabe ogro, não é o caso de o povo querer te tomar a princesa, não, viu?
Olhar, todo mundo olha meu caro. É puro instinto, olha-se até quando tá meio ruim.
Ter educação e tratar bem é obrigação de quem quer uma convivência boa nesse mundo. Só isso...
Mas ogro, decididamente, pouquíssimos caras irão se arriscar a querer tomar sua princesa ou fazer um esforço maior para isso, meu caro. Muito poucos... Não o tanto que Vc imagina...
Meu caso Shreck, Fiona antes de casar, já era muito dinheiro a ser gasto. Só amando muito. Tinha vontade casar (R$40.000,00 no mínimo - previsão bem modesta), ter uma casa (R$200.000,00 a R$300.000,00 no mínimo - mais modéstia) e, provavelmente, umas 2 ou 3 crianças (aí o valor não tem limites e o compromisso é para a vida inteira, apesar do tanto que é bom... ) ....
Casada com Vc, ogro, seu desavisado, ela já deve estar contando os dias para começar a prole. Ou seja, já, já o seu contracheque vai parecer menor. E o de qualquer um que quiser assumir o seu posto.
Se já tem as crianças, então é que fica difícil mesmo. Por que por mais que Vc participe, é o corajoso do próximo que vai arcar com o "jaque". Já que Vc tá em casa, faz isso. Já que Vc está de folga, faça aquilo...
Ainda vários outros perigos, ogro. Sento bobo como Vc é, provavelmente sua fiona não está acostumada a um sexo bem agitado, como é a aspiração e o costume dos mais avisados.
Outra coisa, ogro, boa parte dos caras que olham sua princesa por puro instinto já estão tão bem quanto vc, ou melhor. Apenas não tem nada melhor para fazer e ficam olhando para sua fiona. Caso sejam educados com ela, é por cortesia mesmo. Tá bom???
Tá vendo ogro? Só um inocente, muito ingênuo mesmo, pode querer pular no seu lugar. Pode ficar tranquilo. Assim, bravinho desse jeito, pode é acabar aparecendo algum doido para querer enfeitar sua cabeça só pelo prazer de mostrar o quanto você é retardado...
sábado, 2 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Por que japonês trabalha o tempo todo?
O que disseram as grandes mentes?
Platão: porque somente através do trabalho diuturno se alcançaria o bem.
Aristóteles: é da natureza dos japoneses trabalhar o tempo todo.
Maquiavel: a quem importa o porquê? Estabelecido o fim de trabalhar o tempo todo, sem parar, é irrelevante discutir quem é que trabalha o tempo todo;
Marx: o atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe social de cidadãos de olhos fechados, capazes de trabalhar dia e noite.
Einstein: se o japonês trabalha tanto ou se muito trabalho é feito pelo japonês é irrelevante, depende do ponto de vista. Tudo é relativo.
Darwin: ao longo de séculos e mais séculos, os japoneses têm sido selecionados naturalmente, de modo que, agora, todos têm uma predisposição genética a trabalhar tanto.
Blaise Pascal: quem sabe? O coração do japonês tem razões que a própria razão desconhece.
Sartre: trata-se de mera fatalidade. A existência do japonês tem sua liberdade de trabalhar incessantemente.
Nietzsche: ele deseja superar a sua condição de humano, para ser um homem além do homem;
Richard Dawkins: na verdade são os genes para trabalhar tanto que estão de fato trabalhando tanto. O japonês é apenas uma forma que os genes encontraram para realizar todas essas tarefas.
Pavlov: porque antes tocava-se uma sineta e pelo alimento, que era associado ao som da sineta, o japonês trabalhava sem parar. Agora, após vários séculos de sineta e comida juntos, basta tocar a sineta que, mesmo sem estar em jogo o alimento, ele continua trabalhando indefinidamente;
Clarice Lispector: a essência do japonês está no seu trabalho. O trabalho tem o japonês. Quem vê o trabalho, vê o japonês. A essência do trabalho é o ralar, o não ficar parado, objetiva e indefinidamente. As tarefas são a essência da ocupação. Quem vê as tarefas, vê o japonês.
Estóicos: o japonês trabalha tanto pois é necessário. É o destino. Já estava previsto pela ordem universal do cosmos.
Epicuristas: é prazeroso ao japonês trabalhar tanto. O que você acha, amigo? Será que ele se preocupa com sua subsistência? Quando é que ele para de trabalhar e pensa na vida?
Filósofos da escola de Frankfurt: trata-se de uma questão medíocre imposta pelos mentores de uma arte de massas que transformou a imagem de um japonês trabalhando sem parar em mais um produto da indústria cultural.
Martin Luther King: Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os japoneses serão livres para trabalharem, trabalharem e trabalharem até morrer sem que sejam questionados pelos seus motivos.
Schopenhauer: no ato de trabalhar, ele está fugindo de si mesmo numa tentativa de aliviar o tédio e sofrimento que é estar vivo neste mundo sem sentido.
Newton: 1) Japoneses em repouso tendem a ficar em repouso por pouco tempo; japoneses em movimento tendem a trabalhar sem parar 2) por causa da atração gravitacional exercida pelos outros japoneses que já trabalham o tempo todo.
Freud: a preocupação que faz o japonês trabalhar tanto é um sintoma de insegurança sexual devido à suposição que seja desfavorecido geneticamente;
Agnósticos: é impossível saber se o japonês realmente trabalha tanto. A incerteza há de pairar eternamente sobre esta questão.
Céticos: dizem que eles trabalham muito, mas será que é verdade? Precisamos investigar tal questão detidamente antes de fazer qualquer declaração a respeito.
Ateus: os japoneses não trabalham tanto pois não existem, isso é uma crendice estúpida.
Deterministas: o japonês não teve escolha. Aliás, nunca terá escolha, o livre-arbítrio não existe.
Surfista: Eles trabalham muito, cara?... que demais... oh povo manêro...
Fazendeiro: por causa de que arguém que mandô es trabaiá tanto... Eita!!!
Feministas: para humilhar as japonesas, num gesto exibicionista, tipicamente machista, tentando, além disso, convencê-las de que, enquanto japonesa, jamais terá a habilidade suficiente para trabalhar isso tudo...
Lista dos links - blogs de José Adauto Resende
http://humorquinquilharia.blogspot.com.br/
http://joseresendeadauto.blogspot.com.br/
http://topicosparaagestao.blogspot.com.br/
http://noreligionthanksgod.blogspot.com.br/
http://cartinhasparaamanda.blogspot.com.br/
Platão: porque somente através do trabalho diuturno se alcançaria o bem.
Aristóteles: é da natureza dos japoneses trabalhar o tempo todo.
Maquiavel: a quem importa o porquê? Estabelecido o fim de trabalhar o tempo todo, sem parar, é irrelevante discutir quem é que trabalha o tempo todo;
Marx: o atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe social de cidadãos de olhos fechados, capazes de trabalhar dia e noite.
Einstein: se o japonês trabalha tanto ou se muito trabalho é feito pelo japonês é irrelevante, depende do ponto de vista. Tudo é relativo.
Darwin: ao longo de séculos e mais séculos, os japoneses têm sido selecionados naturalmente, de modo que, agora, todos têm uma predisposição genética a trabalhar tanto.
Blaise Pascal: quem sabe? O coração do japonês tem razões que a própria razão desconhece.
Sartre: trata-se de mera fatalidade. A existência do japonês tem sua liberdade de trabalhar incessantemente.
Nietzsche: ele deseja superar a sua condição de humano, para ser um homem além do homem;
Richard Dawkins: na verdade são os genes para trabalhar tanto que estão de fato trabalhando tanto. O japonês é apenas uma forma que os genes encontraram para realizar todas essas tarefas.
Pavlov: porque antes tocava-se uma sineta e pelo alimento, que era associado ao som da sineta, o japonês trabalhava sem parar. Agora, após vários séculos de sineta e comida juntos, basta tocar a sineta que, mesmo sem estar em jogo o alimento, ele continua trabalhando indefinidamente;
Clarice Lispector: a essência do japonês está no seu trabalho. O trabalho tem o japonês. Quem vê o trabalho, vê o japonês. A essência do trabalho é o ralar, o não ficar parado, objetiva e indefinidamente. As tarefas são a essência da ocupação. Quem vê as tarefas, vê o japonês.
Estóicos: o japonês trabalha tanto pois é necessário. É o destino. Já estava previsto pela ordem universal do cosmos.
Epicuristas: é prazeroso ao japonês trabalhar tanto. O que você acha, amigo? Será que ele se preocupa com sua subsistência? Quando é que ele para de trabalhar e pensa na vida?
Filósofos da escola de Frankfurt: trata-se de uma questão medíocre imposta pelos mentores de uma arte de massas que transformou a imagem de um japonês trabalhando sem parar em mais um produto da indústria cultural.
Martin Luther King: Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os japoneses serão livres para trabalharem, trabalharem e trabalharem até morrer sem que sejam questionados pelos seus motivos.
Schopenhauer: no ato de trabalhar, ele está fugindo de si mesmo numa tentativa de aliviar o tédio e sofrimento que é estar vivo neste mundo sem sentido.
Newton: 1) Japoneses em repouso tendem a ficar em repouso por pouco tempo; japoneses em movimento tendem a trabalhar sem parar 2) por causa da atração gravitacional exercida pelos outros japoneses que já trabalham o tempo todo.
Freud: a preocupação que faz o japonês trabalhar tanto é um sintoma de insegurança sexual devido à suposição que seja desfavorecido geneticamente;
Agnósticos: é impossível saber se o japonês realmente trabalha tanto. A incerteza há de pairar eternamente sobre esta questão.
Céticos: dizem que eles trabalham muito, mas será que é verdade? Precisamos investigar tal questão detidamente antes de fazer qualquer declaração a respeito.
Ateus: os japoneses não trabalham tanto pois não existem, isso é uma crendice estúpida.
Deterministas: o japonês não teve escolha. Aliás, nunca terá escolha, o livre-arbítrio não existe.
Surfista: Eles trabalham muito, cara?... que demais... oh povo manêro...
Fazendeiro: por causa de que arguém que mandô es trabaiá tanto... Eita!!!
Feministas: para humilhar as japonesas, num gesto exibicionista, tipicamente machista, tentando, além disso, convencê-las de que, enquanto japonesa, jamais terá a habilidade suficiente para trabalhar isso tudo...
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Aqui nasceu a idéia da Frase de Machado de Assis que é meio autobiográfica:
“Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.”
Já pelo meio do Livro, ele escreve este texto sobre Dona Plácida que cuida da casa onde ele se encontra com Virgília:
“Memórias póstumas de Brás Cubas
Capítulo LXXV - Comigo “Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.”
Já pelo meio do Livro, ele escreve este texto sobre Dona Plácida que cuida da casa onde ele se encontra com Virgília:
“Memórias póstumas de Brás Cubas
Podendo acontecer que algum dos meus leitores tenha pulado o capítulo anterior, observo que é preciso lê-lo para entender o que eu disse comigo, logo depois que Dona Plácida saiu da sala. O que eu disse foi isto:
-- Assim, pois, o sacristão da Sé, um dia, ajudando à missa, viu entrar a dama, que devia ser sua colaboradora na vida de Dona Plácida. Viu-a outros dias, durante semanas inteiras, gostou, disse-lhe alguma graça, pisou-lhe o pé, ao acender os altares, nos dias de festa. Ela gostou dele, acercaram-se, amaram-se. Dessa conjuncção de luxúrias vadias brotou Dona Plácida. E de crer que Dona Plácida não falasse ainda quando nasceu, mas se falasse podia dizer aos autores de seus dias: -- Aqui estou. Para que me chamastes? E o sacristão e a sacristã naturalmente lhe responderiam: -- Chamamos-te para queimar os dedos nos tachos, os olhos na costura, comer mal, ou não comer, andar de um lado para outro, na faina, adoecendo e sarando, com o fim de tornar a adoecer e sarar outra vez, triste agora, logo desesperada, amanhã resignada, mas sempre com as mãos no tacho e os olhos na costura, até acabar um dia na lama ou no hospital; foi para isso que te chamamos, num momento de simpatia. “
Não deixa de ser bem humorada a ironia que ele demonstra ao escrever que os pais de Dona Plácida estariam lhe fazendo um convite para traze-la à vida.
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